sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
A praxe - parte II
Conforme tive oportunidade de referir há poucos dias atrás, a propósito deste tema, assistimos a um ataque sem regras à praxe académica.
Os adversários da praxe, que partem para este debate com preconceitos ideológicos manifestos, cavalgam a galope a tragédia do Meco para procurarem erradicar a Praxe das academias.
Uma das últimas declarações que pude ler é da autoria do Professor Mariano Gago, em que refere que "as praxes educam para o fascismo e devem ser proibidas".
Há coisas que não se percebem por mera aprendizagem livresca, por mais brilhante que seja o aluno, têm de ser vividas!
Com efeito, esta ladainha que a praxe educa para o fascismo é tão bafienta que já não se suporta! A praxe em Coimbra sempre educou para a fraternidade e solidariedade, mas isto só vivendo é que se percebe!
Espanta-me que quem só viu isto de fora se monte em cima da burra, rape do melhor catecismo anti-praxista, faça uma pose intelectual e pretensamente esclarecida e malhe na praxe sem nunca a ter vivido nem percebido!
Alguma humildade ficaria bem, pelo que se recomenda alguma informação e esclarecimento sobre aquilo que é a verdadeira praxe, e que não é seguramente o folclore acéfalo que vamos vendo por aí.
Já me decidi, vou dar o meu contributo nesta matéria. Vou procurar arranjar algum tempo para escrever alguns episódios do que foi a minha praxe. Espero que isto possa ajudar, de alguma maneira, ao debate e ao esclarecimento.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário